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Artista Brasileira Faz Residência na África 2018 – Como Surgiu e Prêmios

Uma artista brasileira faz residência mostrando suas obras na África em 2018 e se tornou mundialmente famosa. Veja em nosso blog como surgiu e os prêmios que foram ganhos e como tudo se deu.

Quando falamos da África automaticamente se associa com um continente pobre por não ter recursos suficientes para sanar as necessidades básicas das famílias e até dos que vivem sozinhos. Se torna importante lembrar que a mídia retrata bastante as regiões mais necessitadas, aos quais muitos morrem de fome ou por adquirir certas doenças por ter o sistema imunológico fraco ou até por não terem onde morar. Porém, há divisão dos locais com recursos mais baixos e outros melhores que até mesmo trabalham e tem uma vida similar as cidades do Brasil.

Nosso blog já retratou muitos acontecimentos que nem sempre foram aspectos negativos, mas sim questões legais e bastante informativas ou divertidas para seus habitantes, até mesmo que beneficiou a muitos. Um deles será o que mencionaremos hoje que uma artista brasileira faz residência lá apresentando em 2018 seu trabalho que foi digno de bastante reconhecimento. Veja nos parágrafos a frente mais informações para que esteja bem informado sobre tais lados positivos.

Como Surgiu a Artista Brasileira na África 2018

Celina Portella que nasceu no estado do Rio de Janeiro e tem 40 anos passou três meses na Bag Factory Arts Studios, que para quem não conhece é um complexo de estúdios no centro da cidade e simboliza a resistência política que enfrentou por muitos anos a segregação racial, localizada em Johanesburgo. Este local teve sua criação no apartheid, ao qual as decisões eram tomadas por pessoas de pele branca ou diferente, acabou se tornando centro para muitos artistas do país e de vários outros.

Se tornou bastante divulgado pelo fato de colocar juntos pessoas desse ramo, independente de serem brancas ou negras que dividem o mesmo espaço de trabalho. O que os ajuda é por ser um espaço que faz com que se questionem e estimula o pensamento criativo. No caso de Portella se formou em dança contemporânea no Rio, graduada em design na PUC. Começou a se aperceber que a troca cultural entre países são de muita importância e não ocorre com tanta freqüência, visto que não conhecemos artistas da África e vice-versa.

Prêmios da Artista Brasileira Faz Residência na África 2018

Ela recebeu indicação a um prêmio muito importante da Bolsa ICCO/SP-arte e outros dois em 2013 e 2017, também na XX Bienal Internacional de Artes Visuales de Santa Cruz na Bolivia e concurso. Ocorre a apresentação de mostras individuais, coletivas, ministra workshop e da aulas e as residências.

Ao retornar para seu país está com um grande aprendizado e uma bagagem extensa envolvendo novas técnicas, de conviver, formas novas de trabalhar para que possa mostrar a todos aqui. Incluindo objetos de arte popular e tecidos sul-africanos que não é tão comum e até mesmo do país em que estava. Espera-se que muitos sigam este exemplo para que torne a cultura ainda mais diversificada.

Por que essa troca se torna tão importante? Deixe seu comentário. Agradecemos a visita e até a próxima!

Autora: Amélia

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