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Teste de Vacina Para Conter Ebola na África 2018 – Como Ocorre

Está ocorrendo há algumas semanas o teste de vacina para conter a ebola na África que já ceifou e ainda está tirando muitas vidas novamente em 2018. Veja como funciona e os relatos de todos que estão envolvidos nessa ação.

Algumas situações são de extrema preocupação em vários locais do mundo, pelo fato de acabar prejudicando de muitas formas a convivência e até de modo geral a cidade ou economia. Citando alguns exemplos, a violência que pode ser desencadeado de pequenas coisas, sendo trágica todas as vezes que ocorre em especial se envolvem coisas erradas e os que perdem entes queridos nisso, ficam sofrendo e se perguntando porque se deu daquela maneira.

Outro são as doenças que já mencionamos em post’s anteriores que existem milhares e dentro dessas as que sejam desconhecidas por não saber de onde surgiram. Dependendo do que seja, embora possa apresentar pequena melhora, em seguida se agrava e leva a morte quando menos se espera. Uma delas que a África está sofrendo tanto é o ebola que surgiu há alguns anos, cessou e muitos foram curados e em 2018 voltou tudo de novo. Devido a isso está sendo feito o teste da vacina para conter e não aumentar a porcentagem de óbitos, veja mais detalhes nos parágrafos a frente.

Como Ocorre o Teste de Vacina Para Conter Ebola na África 2018

Há alguns anos atrás por volta dos anos 70 se desencadeou o chamado ebola quando houve contato de humanos com cadáveres de macacos e que infelizmente há cinco categorias e não há cura completa, mas sim tratamento rigoroso. Praticamente todos sabem os sintomas e todo o resultado dessa doença em 2014, porém, se cessou por algum tempo, por retornar há pouco tempo, o Ministério Público da Saúde está aplicando nos moradores, adultos e jovens a vacina para que não se torne viral novamente. Embora está na categoria de experimento se mostrou eficaz há três anos em Nova Guiné nos voluntários evidenciando a eficácia no uso de humanos.  Em torno de mil pessoas teve a imunização, em especial os que atuam na área da saúde que estão mais propensos aos riscos.

Desde que retornou se fez menção de 58 casos, que inclui os confirmados, suspeitas, que acabaram falecendo e prováveis. Porém, não se pode desconsiderar que está sendo quase impossível chegar nas regiões precárias e que não há eletricidade mesmo tendo carros com tração nas quatro rodas. Através de averiguações, se descobriu que o surto se deu no final de 2013, mas por não haver reunião de emergência até meados de agosto do ano seguinte, o número dos que acabaram perdendo suas vidas foram ainda maiores e podiam ter sido contidas.

Por que é preciso urgências nessas vacinações? Deixe seu comentário. Agradecemos a visita e até a próxima!

Autora: Amélia

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