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Testes da Primeira Vacina Contra Malária na África – Como Será

A OMS está recomendando testes da primeira vacina contra malária em determinadas regiões da África visto que tem ceifado a vida de milhares de pessoas. Veja como se dará e tudo que está envolvido para que isso ocorra.

Vacinas

Algumas doenças podem ser tão cruéis quanto outras pelos mais variados fatores, mas em especial pelo fato de muitas delas não dar aviso e gera efeitos colaterais que vai além do que se possa imaginar. Diferente do que muitos pensam, isso não se da apenas em locais menos desenvolvidos ou com poucos recursos em diferentes categorias, apesar de ser onde há maiores índices mas todos estão propensos. Um dos locais aos quais é dada bastante atenção mas nem sempre de forma a se querer ajudar é as localidades simples da África que é o foco de nosso blog.

Justamente por essa questão que alguns órgãos governamentais e instituições privadas se empenham ao máximo para tornar cada vez melhor a vida dos moradores. Um exemplo são os testes que a OMS ou Organização Mundial da Saúde está recomendando que são os testes da primeira vacina contra a malária que é uma doença que quando instalada no organismo causa problemas tanto internos como externos. Sendo assim, veja mais sobre essa informação abaixo.

Como Será os Testes da Primeira Vacina Contra Malária na África

Os que foram encarregados de aconselhar a OMS sobre as políticas de vacinação que foram fabricados pela conhecida GlaxoSmithKline cerca de três a cinco zonas tem de ser distribuídas para que avalie a total eficácia. De modo que se iniciará em crianças de 5 a 17 meses para que notem se os resultados será de proteção. A malaria é a principal assassina em diferentes áreas e por ano são cerca de 600 mil mortes. Está sendo usado o Mosquirix que é a mais avançada contra o Plasmodium falciparu, que é a bactéria mais grave.  

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No mês de abril uma revista bem conhecida onde mais de 15 mil crianças que participaram tiveram resultados mistos, pelo fato de apenas um terço delas terem ficado protegidas e por isso foi pedido que houvesse mais cautela. Para que a imunização ocorra por completo é preciso cerca de quatro doses, sendo a última apenas um ano e meio após as três primeiras. Mas surge outra preocupação, a de que se os pais percorreriam um bom caminho para que ela fosse dada aos filhos, isso se torna importante porque se não for feita a eficácia é perdida, de modo que pavimentar o caminho nos próximos anos já será de grande ajuda.

O que acha de iniciativas como essas em relação a saúde da população? Deixe seu comentário. Agradecemos a visita e até a próxima!

Autora: Amélia

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